
Como eu gosto de fazer panquecas! Essa é uma receita coringa que eu tenho, herdada da minha mãe. Acho até que ela vai uma daquelas receitas de família sabe, pra fazer para os filhos e netos. É só o marido pedir que eu nem penso duas vezes. E pra mim (vou confessar) a combinação perfeita: morango (uma das minhas frutas favoritas) e requeijão (adoro). Aproveitei que tinha morangos e fiz uma geleia fresquinha, só para comer com as panquecas.
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Esse é um prato que vez ou outra o marido pede pra fazer – macarrão à carbonara. É simples e não tem segredo. É uma receita tradicional da Itália, mas a receita original de Roma é preparada com ovos, queijo parmesão, queijo pecorino, toucinho, pimenta preta e azeite (ou manteiga ou banho). O resultado final desta receita original não é uma massa com muito molho. Eu não sabia, mas pesquisando para fazer o post que descobri, que algumas receitas levam ervilhas para dar mais cor no prato. Descobri também que acrescentam cogumelos algumas vezes, então da próxima vez que fizer um carbonara farei com cogumelos. Ah, eu acrescento creme de leite pra ficar um pouco mais molhadinho.
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Tá aqui uma receita muito fácil de agradar. Afinal de contas, massa agrada grande parte do público que come a minha comida… kkk… É tipo um alho e óleo incrementado. Estava com vontade de comer um macarrão assim, bem descomprometido, vamos dizer. Pra deixá-lo mais requintado, pimentão vermelho e bacon, ambos em cubos pequenos e pra ajudar ainda mais na cor, ervilhas e o bom e velho curry, que eu adoro, mas se você só tiver açafrão, tenho certeza de que vai ficar ótimo também. É uma boa opção para um almoço rápido e preguiçoso.
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Tem dias que você está com preguiça de tudo, até de ir tomar banho… kkk… fala a verdade, isso acontece com você também. Tinha sobrado uns cubinhos de lombo do almoço, então desfiei e fiz um recheio para um wrap rápido. Usei o RAP 10 pra facilitar a minha vida e ficou ótimo. Umas folhas de rúcula pra incrementar e pronto.
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Tem gente que é louco com alho e óleo e o Alceu é uma destas pessoas. Nada mais básico e prático do que uma massa alho e óleo. Comprei esse espaguete mas grosso para experimentar. Massa boa, grano duro e excelente marca, porque segundo o marido, o tempero pega mais e é verdade. Bastante azeite, manjericão, parmensão e o meu sal com ervas. Pronto, um prato para os mais apressados ou para os amantes da boa massa.
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Nada como uma massa no domingo para um almoço com amigos. Aliás, nem sei se era almoço, às 6h da tarde, já tava mais pra janta. Reunir amigos das antigas (muito antiga) e dar risada a tarde inteira, deixa a boca adormecida… kkkk… e pra um domingo depois do clube e de muito calor, isso foi o bastante!
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Todo mundo conhece pelo menos uma pessoas que é muito engraçada, não é verdade?! Aquele amigo que sempre faz a turma rir demais, que sempre tem uma piada muito boa pra contar e fala coisas emgraçadas com tudo que acontece a sua volta. E pra contar história então, são os melhores. Eu conheço poucaquíssimas pessoas assim e o ano passado tive o prazer de conhecer mais uma – o Paulo Fernando ( PF), marido da Lolo. Eles são vizinhos de um casal de grandes amigos – o Flávio e a Lú e acabamos nos aproximando também. A química foi boa demais e já tivemos bons e divertidos encontros. Ah, quero aproveitar para mandar um beijão para a Dona Waldet (que é mãe do PF e descobri que é leitora assídua aqui do blog), que incluse me mandou de presente uma pimenta calabresa indiana. Um beijo Dona Waldet e obrigada pelas visitas aqui no blog.
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A opção era risoto, mas como disse o meu marido: “_ Você só faz risoto.” Magoei =(
Então vasculhamos os livros de receitas e nos deparamos com essa massa. A receita original é feita com cordeiro, mas um dos convidados não comia cordeiro, então substituimos por carne seca curada, mas se tivesse mais tempo pra pensar, poderia ser até um lombo em cubos. As especiarias são as verdadeiras protagonistas da cozinha argelina e norte-africana, que aqui foram representadas pela canela em pó. Não foi uma das minhas massas favoritas, até porque eu gosto de massa mais molhada, mas quem comeu adorou!
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Dos 9 aos 12 meses de idade, o bebê precisa explorar novos sabores. Nesta fase o bebê está torando capaz de comer sozinho. Ele se interessa pela comida e está mais disponível a explorar sabores e texturas novas, principalmente se toda a família fizer o mesmo, para dar o melhor exemplo. Estimular o bebê a comer sozinho irá ajudá-lo a desenvolver diversas habilidades que no futuro garantirão sua independência alimentar e outras atividades manuais. É difícil de aguentar a bagunça, mas o bebê deve mexer na comida e tentar levá-la sozinha à boca e pra isso, ele depende da sua paciência e carinho. Olha aí uma receita fácil e muito rica em nutrientes e sais minerais. Nesta fase você já pode introduzir atum e salmão. Mas lembre-se: fale sempre com o seu pediatra antes.
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O uso de azeite de oliva extra virgem é uma prática muito saudável. Quase sempre uso azeite nas minhas receitas. Que eu me lembre, só uso óleo quando vou fazer arroz ou preciso fritar alguma coisa (o que também não é normal, faço muito pouca fritura). E mesmo assim, uso óleo de canola, que é um óleo mais saudável.
Recentemente tive a oportunidade de experimentar um novo azeite de oliva extra virgem – os azeites Cardeal da Bunge. Ultimamente os azeites estão muito sem graça, não sei se vocês conseguem reparar isso e é muito bom quando você usa um azeite com aroma forte e o sabor marcante.
Os azeites Cardeal – da Bunge tem origem mediterrânea, com baixa acidez, mais sabor e longevidade.
Extra virgem 0,5% de acidez
Perfeito para saladas e carnes brancas
Extra virgem 0,3% de acidez
Ideal para carnes vermelhas e quijos fortes.
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