Risoto de palmito

julho 15th, 2009

Olá Pessoas!!!
Hoje, mais uma receitinha de risoto, que ficou muito especial. Eu não me canso de fazer risotos gente e também de colocar a receita inteirinha pra vocês, todas as vezes que faço um. O prato é mesmo uma delícia e hoje em dia, anda sendo um dos meus favoritos. Mas não me venha com arroz normal heim… risoto mesmo é com arroz para risoto. Quando comecei a cozinhar, eu fazia arroz normal e colocava requeijão ou leite pra ficar molhadinho, mas foi um período rápido (graças à Deus) até eu conhecer o arroz arbóreo e me arriscar de vez. O próximo já está na lista. Risoto com vinho tinto e sei lá o que… rsrsrsrs… ainda vou dar uma pesquisada, mas não tenho dúvidas de que ficará bom.

Ingredientes (receita para 6 pessoas)
- 1/2kg de arroz arbóreo (arroz para risoto)
- 1 cebola pequena corta bem miudinha
- 3 colheres de manteiga sem sal + 1 colher cheia para finalizar
- 1 taça de vinho branco seco de boa qualidade
- 2 litros de caldo (coloquei 2 sachês de legumes e 2 de carne por sugestão do meu amigo Rodrigo Junquieira)
- 1 vidro de palmito
- 1 pacote de queijo parmesão de boa qualidade
- sal à gosto (dessa vez não coloquei sal, por conta da quantidade de caldo)

Preparo
Etapa 1
Aqueça o caldo. Em uma outra panela “grande” aqueça as 2 colheres de manteiga. Adicione a cebola e refogue. A partir daí a receita pede a sua atenção total e você não deve se afastar da panela. Aumente o fogo e adicione o arroz e comece a fritá-lo. Mexa ele constantemente de forma a não queimá-lo, ele não deve ficar dourado. Depois de 2 ou 3 minutos diminua o fogo para médio e adicione o vinho branco sem parar de mexer. Ele vai chiar e você deve misturar todos os ingredientes da panela, nesta etapa todo o álcool da bebida vai evaporar.

Etapa 2
Assim que o vinho for absorvido pelo arroz, acrescente a primeira concha de caldo quente. Você agora não deve parar de mexer, não se esqueça de esfregar o fundo da panela deixando o fundo bem limpo para que o arroz não grude. Vá acrescentando mais caldo a medida que ele for evaporando, tome cuidado para que ele não fique com muito caldo e fique empapado demais. Essa etapa deve demorar uns 15 minutos. Vá experimentando o arroz e observando a textura. Reduza aos poucos a quantidade de líquido que vai acrescentando e continue mexendo.

Etapa 3
Adicione o palmito picadinho e mexa bem. Quando o arroz estiver no ponto, adiocione o queijo ralado e mexa, abaixe o fogo e experimente para ver se haverá necessidade de colocar sal. Se sim, adicione uma pitada e prove novamente. Adicione a última colher de manteiga, que deverá deve estar gelada, no centro da panela. Misture delicadamente, sem encostar a colher na manteiga, ou seja, misture na lateral da panela, de forma que manteiga fique no meio e vá se desfazendo aos pontos. Isso ajudará o seu risoto a ficar com este brilho. Esse aí pede uma carninha para acompanhar, mas pode ficar à sua escolha. No dia fiz um peixe, que devo postar aqui no blog ainda esta semana.

Alamos – mais um argentino de sucesso

julho 14th, 2009

Hoje vai ser um vinho, já que ontem (no post aí de baixo) foi uma carne. Este aí, conhecemos lá no Empório Hippo Pizza, indicação do gerente Samuel. Depois achamos ele lá no D’Ville por R$37,00. Muito saboroso e marcante. Vinho tinto argentino, da vinícola Catena Zapata. Excelente para carnes, massas e risotos.

Aliás, tô devendo uma visita lá na Di Vino Brasil. Chegaram ótimos rótulos e muitas novidades por lá, sei porque acompanho o blog da Érika sempre. Dá uma espiada lá pra você ver, tem dicas sobre ter uma adega e também sobre como lavar as taças de vinho.

Fraldinha ao forno e o retorno do Cléssio

julho 13th, 2009


Bom Dia meu povo!
Como passaram de final de semana?!
Bom, nosso final de semana foi ótimo, porque a semana passada foi uma semana muito importante para nós (eu e Alceu). Por motivo de segurança e privacidade, não posso revelar o feito, espero que entendam, mas saibam que estamos muito felizes e é esta felicidade que quero compartilhar com vocês, meus leitores fiéis e carinhosos.

Então, pra começar a semana bem, vou mostrar uma receita que fiz com a ajuda do meu padrinho Cléssio Murilo, que andava sumido aqui do blog. Outro dia lá em casa, fizemos um jantar bem especial e nós preparamos esta carne, que ficou maravilhosa. Eu usei meus temperos mágicos que ganhei do Alceu. O que ajudou a da um sabor especial no prato!

Ingredientes (serve bem 6 pessoas)
- 1.200kg de fraldinha
- 6 batatas médias em rodelas com casca
- 1 cebola roxa grande em rodelas
- sal grosso (usei o meu sal do pacífico)
- orange peel (da marca Penzeys Spices)
- azeites (usei meus azeites especiais)
- papel alumínio
- 1 limão siciliano

Preparo
Abra a fraldinha e tire aquelas gordurinhas que ainda ficaram. Ela vai ficar comprida, parecendo um filé mignon. Tempere com o sal, o orange peel e o azeite pesto (Mas Dani, eu não tenho esses temperos? Tudo bem, tempero com o sal grosso, exprema uma laranja e use azeite de oliva extra virgem). Num refratário, forre com papel alumínio e coloque o azeite picante (ou mais um pouco do azeite de oliva). Faça uma cama com as rodelas de cebola e coloque uma das pontas da carne em cima. Forre com as rodelas de batata e dobre o outro pedaço da carne por cima. Mais batatas e a outra ponta da carne por cima… entendeu?! Olha a foto aí pra você ver se consegui ser clara. Depois regue com o azeite blue cheese. O Cléssio impolgou tanto com os azeites que quis usar todos… rsrsrsrsrs… pronto, agora feche com o papel alumínio e leve ao forno pré-aquecido por uns 50 minutos. Depois abra o papel alumínio e transfira a carne para um outro refratário. Exprema o limão siciliano por cima da carne e volte ao forno novamente. Uns 40 bastam, mas não deixe de ficar olhando. a carne fica super macia e o sabor dos azeites e do orange peel ficam magníficos!


Hoje é o Dia da Pizza!

julho 10th, 2009

Oi Pessoal!

Hoje é um dia muito gostoso. É o DIA DA PIZZA!
E vai me dizer que uma sexta-feira não combina com pizza?!

Acredita-se que eles foram os primeiros a misturar farinha com água. Outros afirmam que os pioneiros são os gregos, que faziam massas a base de farinha de trigo, arroz ou grão-de-bico e as assavam em tijolos quentes. A novidade foi parar na Etrúria, na Itália.

Ao contrário do conhecimento popular, apesar de tipicamente italiana, os babilônicos, hebreus e egípcios já misturavam o trigo e a água para assar em fornos rústicos há mais de 5000 anos. A massa era chamada de “pão-de-abraão”, muito parecida com os pães árabes atuais, e recebia o nome de piscea.

Os fenícios, três séculos antes de Cristo, costumavam acrescentar coberturas de carne e cebola ao pão; os turcos muçulmanos adotavam esse costume durante a Idade Média e por causa das cruzadas essa prática chegou à Itália pelo porto de Nápoles, sendo em seguida incrementada dando origem à pizza que conhecemos hoje.

No início de sua existência, somente as ervas regionais e o azeite de oliva eram os ingredientes típicos da pizza, comuns no cotidiano da região. Os italianos foram os que acrescentaram o tomate, descoberto na América e levado a Europa pelos conquistadores espanhóis. Porém, nessa época a pizza ainda não tinha a sua forma característica, redonda, como a conhecemos hoje, mas sim dobrada ao meio, feito um sanduíche ou um calzone.

A pizza era um alimento de pessoas humildes do sul da Itália, quando, próximo do início do primeiro milênio, surge o termo “picea”, na cidade de Nápoles, considerada o berço da pizza. “Picea”, indicava um disco de massa assada com ingredientes por cima. Servida com ingredientes baratos, por ambulantes, a receita objetivava “matar a fome” principalmente da parte mais pobre da população. Normalmente a massa de pão recebia como sua cobertura toucinho, peixes fritos e queijo.

A fama da receita correu o mundo e fez surgir a primeira pizzaria que se tem notícia, a Port’Alba, ponto de encontro de artistas famosos da época, tais como Alexandre Dumas, que inclusive citou variações de pizzas em suas obras.

Chegou ao Brasil da mesma forma, por meio dos imigrantes italianos, e hoje pode ser encontrada facilmente na maioria das cidades brasileiras. Até os anos 1950, era muito mais comum ser encontrada em meio à colônia italiana, tornando-se logo em seguida parte da cultura deste país. A partir de 1985, comemora-se o dia da pizza aos 10 de julho.

Foi no Brás, bairro paulistano dos imigrantes italianos, que as primeiras pizzas começaram a ser comercializadas no Brasil. Segundo consta no livro Retalhos da Velha São Paulo, foi nos fornos do restaurante de Geraldo Sesso Jr., a Cantina Dom Carmenielo, que os apreciadores da culinária Italiana passaram a poder degustar a iguaria napolitana.

Aos poucos, a pizza foi-se disseminando pela cidade de São Paulo, sendo abertas novas cantinas. As pizzas foram ganhando coberturas cada vez mais diversificadas e até mesmo criativas. No princípio, seguindo a tradição italiana, as de mussarela e anchova eram as mais presentes, mas à medida que hortaliças e embutidos tornavam-se mais acessíveis no país, a criatividade dos brasileiros fez surgir as mais diversas pizzas.

Fonte: Wikipedia

E aproveitando a ocasião, vamos rever alguns posts relacionados, aqui no blog:
Pizza de frigideira
Focaccia

E viva a PIZZA!

Risoto de gorgonzola e pêra

julho 9th, 2009

Hoje vou postar mais um risoto que foi um sucesso… rsrsrsrsrsrs… graças à Deus. Esse aí eu tava querendo fazer há muito tempo. É um risoto de gorgonzola com pêra, foi até uma sugestão da Laurence. A receita vai nozes, mas não coloquei porque não tinha. Ah, no dia desse prato, não tinha vinho branco lá em casa e sabem o que usei… PINGA… podem acreditar…. rsrsrsrsrs… ficou ótimo!!!

Ingredientes (receita para 6 pessoas)
- 1/2kg de arroz arbóreo (arroz para risoto)
- 1 cebola pequena corta bem miudinha
- 3 colheres de manteiga sem sal + 1 colher cheia para finalizar
- 1 taça de vinho branco seco de boa qualidade
- 2 litros de caldo de legumes (eu utilizo o sachê de caldo de legumes porque fazer o caldo dá muito trabalho, mas quem quiser se arriscar e tiver tempo, fique à vontade)
- 100gramas de queijo gorgonzola
- 1 pêra picada em fatias finas (pique a pêra na hora, senão ela escurece)
- sal à gosto

Preparo
Etapa 1
Aqueça o caldo. Em uma outra panela “grande” aqueça as 2 colheres de manteiga. Adicione a cebola e refogue. A partir daí a receita pede a sua atenção total e você não deve se afastar da panela. Aumente o fogo e adicione o arroz e comece a fritá-lo. Mexa ele constantemente de forma a não queimá-lo, ele não deve ficar dourado. Depois de 2 ou 3 minutos diminua o fogo para médio e adicione o vinho branco sem parar de mexer. Ele vai chiar e você deve misturar todos os ingredientes da panela, nesta etapa todo o álcool da bebida vai evaporar.

Etapa 2
Assim que o vinho for absorvido pelo arroz, acrescente a primeira concha de caldo quente. Você agora não deve parar de mexer, não se esqueça de esfregar o fundo da panela deixando o fundo bem limpo para que o arroz não grude. Vá acrescentando mais caldo a medida que ele for evaporando, tome cuidado para que ele não fique com muito caldo e fique empapado demais. Essa etapa deve demorar uns 15 minutos. Vá experimentando o arroz e observando a textura. Reduza aos poucos a quantidade de líquido que vai acrescentando e continue mexendo.

Etapa 3
Adicione o gorgonzola “espedaçado” e mexa bem para derreter. Quando o arroz estiver no ponto, adiocione as fatias de pêra e mexa, abaixe o fogo e experimente para ver se haverá necessidade de colocar sal. Se sim, adicione uma pitada e prove novamente. Adicione a última colher de manteiga, que deverá deve estar gelada, no centro da panela. Misture delicadamente, sem encostar a colher na manteiga, ou seja, misture na lateral da panela, de forma que manteiga fique no meio e vá se desfazendo aos pontos. Isso ajudará o seu risoto a ficar com este brilho. Pronto, agora decore o prato com algumas fatias de pêra e sirva imediatamente. Uma carne ao forno vai bem para acompanhar.

Tomatinhos cereja multi uso e mortadela Ceratti

julho 8th, 2009


O tomatinho cereja é uma coisinha fofa que eu adoro ter em casa. Como ele é bonitinho dá pra gente inventar muita coisa. Dependendo do que for fazer, prefiro comprar as bandejinhas não muito maduras e sim mais verdinhos e firmes, senão fica muito mole e aguado na hora de partir ao meio. Essa entradinha aí ficou muito fofa. Aproveitei pra colocar a mortadela Ceratti que o Alceu adora. Aliás, eu não conhecia esta mortadela. Foi o Alceu quem me apresentou, pois ele já morou em São Paulo e sempre falava do sanduíche de mortadela Ceratti do Mercado Municipal de São Paulo lá no box do Hocca Bar, que também tem o tradicional pastel de bacalhau. Aqui em Uberlândia eu sempre achei a mortadela Ceratti lá no D’Ville. Olha eu falando no D’Ville de novo. Acho que eles deveriam patrocinar este blog heim… hehehehehe… estou adorando a loja do Karaíba, que fica lá perto de casa.

Ingredientes
- 1 bandejinha de tomate cereja
- 1 pacote de mortadela Ceratti tradicional fatiada
- palitos de dente

Preparo
Lave bem os tomatinhos com bucha e sabão e pique ao meio. Parta em 4 pedaços as fatias de mortadela. Dobre os pedaçinhos da mortadela e fixe com o palito de dente um a um nos tomatinhos. Coloque numa bandeija bonita e leve à mesa. Se quiser incrementar, você pode fazer aquele molhinho especial, que você bem deve ter uma receita guardada, pra molhar a bundinha do tomate… rsrsrsrs…

Abacaxi com hortelã de qualquer jeito é bom demais!

julho 7th, 2009

Gente, fala sério, você não precisa ficar horas na cozinha preparando uma sobremesa (até porque sobremesas não são o meu forte). Se você já se matou pra preparar o jantar, que tal uma idéia simples e prática e o melhor, ainda ajuda na digestão… hehehehehe… fatias de abacaxi, com folhinhas de hortelã, uma geléia de gengibre e limão e uma bola pequena de sorvete de limão. Precisa de mais alguma coisa?!

Ah, aproveito para falar desse sorvete aí. Eu sempre tenho dele lá em casa. É o Sorvete La Frutta da Nestlé. Todo mundo me pergunta onde comprei e eu sempre acho lá no D’Ville. Como não gostamos muito de doce, ele parece picolé. É uma delícia. Tem limão, abacaxi com hortelã e maracujá e agora, descobri no site que tem de manga. Vale a penas experimentar, eu indico.

Camembert com geléia de amora

julho 6th, 2009


Olá Pessoal!
A arte de receber os amigos em casa é mesmo fascinante. Neste final de semana recebemos primos muito especiais lá em casa. A imaginação corre solta e eu aproveito pra rechear o blog de conteúdo pra vocês. Inspirada em umas entradinhas que comemos lá na casa do meu amigo Marcel, fiz essa aí da foto, que ficou simplesmente fabulosa. A combinação de sabores foi perfeita. Pra variar, abusei de mais um dos temperinhos especiais que o Alceu me deu de presente, o ORANGE PEEL. E pra “dar liga” no negócio, uma geléia de amora deliciosa.

Ingredientes
- queijo camembert ou brie
- geléia de amora
- temperinho especial

Preparo
Pique pedaçinhos do queijo e disponha numa travessa ou prato quadrado, pra ficar mais bonito. Coloque uma pontinha da colher de café de geléia de amora sobre o pedaçinho do queijo. Salpique o temperinho por cima pra dar um charme. Acho que se eu não tivesse esse temperinho, colocaria uma folhinha pequenina de menta fresca por cima ou até mesmo aquelas casquinhas secas e açucaradas de laranja que a gente acha no supermercado. Essa aí a marca do queijo que eu sempre compro. Ela é mais barata do que aquela marca francesa.

Excelente custo benefício

julho 3rd, 2009

Oi Pessoal!
Hoje trago pra vocês um tinto que descobrimos lá no D’Ville. Aliás, o Alceu é ótimo para comprar vinhos diferentes e bons. Ele raramente compra os mesmos vinhos. Está sempre comprando vinhos diferentes pra gente experimentar. Esse aí foi um excelente custo benefício. Só R$26,90. Bem encorpado e de aroma muito marcante. Ele até está na lista dos “vinhos muito bons” do meu amigo Gil, do blog Vinho para Todos. Dá uma espiada lá, você vai encontrar ótimos rótulos e a opinião de quem entende de vinhos.

Aqui também tem comida light – Nhoque de ricota

julho 2nd, 2009

Bom Dia Gente!
Neste mês de julho quero inaugurar uma nova sessão aqui no blog – AQUI TAMBÉM TEM COMIDA LIGHT! Há tempos, alguns leitores queridos andam me pedindo isto, então, pra agradar o meu eleitorado, aqui está. A receita que inaugura a sessão, eu fiz ontem (quarta-feira) e foi uma super dica do Alceu. Ele viu no Blog da BBel e eu adorei. Tenho uma super parceira nesta sessão, que também vai me ajudar com receitinhas lights, é a Laurence. Ela mora aqui em Uberlândia, fez o curso de chef lá no SENAC de Águas de São Pedro/SP e o melhor, está fazendo nutrição aqui na UFU – Universidade Federal de Uberlândia. A Laurence me fez uma proposta super bacana, de me mandar receitas elaboradas, específicas para pessoas em dietas ou com diabetes, por exemplo. Eu topei, claro, mas só esta semana, que consegui fazer uma receita a contento, para começar a nova sessão. A próxima receita será da Laurence e estarei discutindo com ela, qual será a escolhida. Por isso, aguardem ansiosos!

Este nhoque ficou simplesmente maravilhoso. Fiz umas pequenas modificações, mas com certeza, não deixou de ser light… rsrsrsrs… a receita original diz que serve 6 porções, mas como comemos em 5 pessoas, concluímos que seria ideal para 4 pessoas.

Ingredientes (serve bem 4 pessoas)
- 600gramas de ricota fresca
- 1 colher de sopa de queijo parmesão ralado light (eu usei o normal e coloquei 2 colheres)
- 1 ovo
- manjericão fresco para decorar
- 6 colheres de sopa de farinha de trigo
- 1 colher de sopa de azeite
- sal e noz-moscada à gosto
- alho picado
- cebola picada
- 1 lata de tomates sem pele
- óleo de canola (aliás, lá em casa, eu só uso o de canola)

Os pontinhos pretos, foi porque achei uma ricota que vinha com orégano, ai resolvi experimentar! A porção da receita original tem 270 calorias. O nhoque normal tem 430 calorias. Com as minhas alterações deve ter ficado com 300 calorias, mas acredito que foi uma boa troca, não acha?!

Preparo
Esfarele a ricota com as mãos, numa bacia. Misture o queijo, o ovo, 2 colheres de farinha, o sal e a noz-moscada. Misture tudo com as mãos mesmo. Leve à geladeira por 30 minutos. Depois, acrescente o restante da farinha e a colher de azeite e amasse bem com as mãos. Agora vamos para a parte chata, fazer as bolinhas. Dá próxima vez, vou colocar mais 1 ovo, pra ajudar a dar uma liga melhor. Não foi fácil fazer as bolinhas, porque a massa vai esfarelando, mas no fim, deu tudo certo e elas ficaram lindas. Faça as bolinhas do tamanho de um brigadeiro de festa. Mas aviso, tem que ter paciência. Depois de prontas, ferva água com um pouco de sal e coloque as bolinhas delicadamente. Quando subirem, retire com a ajuda de uma espumadeira e coloque num refratário. Para o molho, refogue o óleo, a cebola e o alho e despeje a lata de tomates sem pele. Desmanche os tomates com a ajuda da colher, acerte o sal e desligue o fogo. Despeje o molho sobre as bolinhas. Eu resolvi levar um pouco ao forno, para gratinar, por isso, salpiquei mais queijo por cima e cloquei umas folhinhas de manjericão para aromatizar. Deixei no forno por uns 20 minutos e pronto. Na hora de servir, montei os pratos e decorei com mais manjericão fresco.